Câncer. Uma palavra que causa medo nos corações de milhões de pessoas. Uma doença que ceifou inúmeras vidas. Uma indústria multibilionária que prospera com pesquisas perpétuas, arrecadação de fundos sem fim e a falsa esperança de que a cura está próxima. Mas e se eu lhe dissesse que curar o câncer é ILEGAL há mais de 80 anos?
Muitos médicos, curandeiros e pesquisadores que ousaram sair das linhas do tratamento convencional ditado pela Big Pharma dos Rockefeller foram processados, arruinados e até mesmo PRESOS por tentar salvar vidas. A grande maioria das pessoas em todo o mundo nunca ouviram falar da Lei do Câncer de 1939. Eu mesmo só descobri isso hoje.
SIM, ISSO É REAL.
Em 1939, o Parlamento Britânico aprovou o que agora é infamemente conhecido como Lei do Câncer de 1939, uma lei que efetivamente tornou crime qualquer profissional médico oferecer ou mesmo discutir tratamentos alternativos para o câncer. Essa lei foi criada para supostamente proteger as pessoas com câncer de tratamentos fraudulentos vendidos por indivíduos inescrupulosos.
A Lei foi criada para efetivamente dar um monopólio para a indústria emergente de radioterapia no Reino Unido que acreditava na época que a cura para o câncer era o elemento radioativo rádio. Como o rádio era extremamente caro para adquirir e administrar, a Lei garantiu que o empréstimo do governo ao National Radium Trust (um fundo não governamental independente) fosse garantido, eliminando tratamentos de câncer concorrentes. Esse foi o meio de garantir esse acordo comercial.
Tratava-se, por conseguinte, de uma legislação que definia principalmente um acordo comercial, e não um acordo de proteção da saúde pública. Se você fizer uma pesquisa, você encontrará a justificativa da Lei do Câncer de 1939 foi para “Proteger o público do charlatanismo e de charlatões”. Essa é uma desculpa que foi dada no passado para salvaguardar os interesses do National Radium Trust, a quem o Governo britânico emprestou dinheiro.
Os Estados Unidos seguiram o exemplo, aplicando restrições semelhantes que moldaram o cenário do tratamento do câncer no mundo todo desde então. Esta não é apenas uma lei obscura e ultrapassada acumulando poeira nos livros de história. Ela AINDA está em vigor hoje.
O ATO QUE PROTEGE OS LUCROS, NÃO AS PESSOAS
Por que um governo tornaria ilegal curar o câncer? A resposta é óbvia: para proteger a indústria mais poderosa do mundo — a GRANDE FARMACÊUTICA. A Lei do Câncer de 1939 foi criado sob o pretexto de “proteger pacientes de tratamentos fraudulentos”. Mas sejamos honestos: quem se beneficia com a proibição de curas de câncer?
Certamente não os milhões de pacientes que sofrem todos os anos. Em vez disso, são os enormes conglomerados farmacêuticos que arrecadam centenas de bilhões anualmente com quimioterapia, radiação e tratamentos cirúrgicos. É uma indústria que não lucra apenas com o câncer, ela depende dele.
Se uma cura verdadeira existisse, o ciclo interminável de tratamentos caros, campanhas de arrecadação de fundos e manipulação emocional entraria em colapso da noite para o dia. A indústria do câncer criada pelos Rockefeller entraria em colapso. O caro tratamento do câncer aprovado pela medicina corporativa é o envenenamento do corpo com quimioterapia e radiação que tem uma taxa de sucesso de 3% e causam efeitos colaterais negativos.
John D. Rockefeller, o fundador da Big Pharma e da indústria do câncer.
A LEI BRITÂNICA QUE MUDOU TUDO
A Lei do Câncer de 1939 foi um ponto de virada. Esta lei criminalizou qualquer alegação de cura do câncer que não fizesse parte dos protocolos oficiais de tratamento aprovados pelo governo. Ela declarou:
“Nenhuma pessoa deverá participar da publicação de qualquer anúncio contendo uma oferta para tratar qualquer pessoa com câncer, ou prescrever qualquer remédio para o mesmo, ou dar qualquer conselho relacionado ao tratamento do mesmo.”
Leia isso de novo.
Até mesmo a discussão sobre tratamentos alternativos para o câncer foi proibida. Se um médico tivesse um tratamento inovador? Que pena. Se um cientista descobrisse um remédio natural? Silenciado. Se um curandeiro curasse alguém com sucesso? Preso.
Não se tratava apenas de controlar a medicina, tratava-se de controlar a narrativa. Uma narrativa que manteve as pessoas doentes, desesperadas e dependentes de caros e ineficientes tratamentos convencionais que mal as mantêm vivas enquanto drenam suas finanças e destroem sua qualidade de vida.
OS EUA SEGUIRAM – E AS PESSOAS PAGARAM O PREÇO
Embora a Lei do Câncer de 1939 tenha sido aprovado na Inglaterra, o impacto não se limitou à Grã-Bretanha. Os Estados Unidos, lar da indústria farmacêutica mais lucrativa do mundo, seguiram o mesmo caminho, garantindo que apenas tratamentos controlados pela Big Pharma fossem legalmente reconhecidos. O que aconteceu com aqueles que tentaram desafiar o sistema? Eles foram destruídos.
Veja o caso do Dr. Max Gerson. Ele desenvolveu um tratamento alternativo para o câncer baseado em dieta e desintoxicação. Sua pesquisa mostrou-se promissora, com casos documentados de cura. O que aconteceu? Ele foi ridicularizado, desacreditado e expulso da medicina convencional. Seu livro, A Cancer Therapy: Results of Fifty Cases, foi colocado na lista negra. Suas descobertas foram ignoradas. E assim, outra cura potencial foi enterrada.
Ou considere o Dr. Stanislaw Burzynski, um médico que foi pioneiro em um tratamento inovador contra o câncer chamado antineoplastons. Ele alcançou resultados notáveis. Seus pacientes viram melhorias reais. Mas em vez de ser aclamado como um herói, ele foi alvo do FDA, arrastado por décadas de batalhas legais e quase perdeu tudo.
O Dr. Burzynski, o Dr. Sebi e Royal Rife foram alguns dos vários médicos e pesquisadores que foram perseguidos, difamados, presos e até assassinados por terem descoberto tratamentos baratos e eficazes contra o câncer.
Burzynski: O encobrimento da cura do câncer por mais de 40 anos.
Dr. Burzynski descobriu uma cura natural para o câncer e foi perseguido pela Big Pharma e FDA
Dr. Sebi: O fitoterapeuta que curou o câncer e foi envenenado por isso na prisão
Royal Rife usou frequência e a vibração para curar 16 pacientes com câncer
INSTITUIÇÕES DE CARIDADE CONTRA O CÂNCER: UMA GRANDE FRAUDE?
E é aqui que a hipocrisia atinge níveis máximos. Se é ILEGAL promover ou discutir curas de câncer, então o que exatamente as instituições de caridade para câncer estão fazendo com os bilhões que arrecadam em doações todo ano? A dura realidade: eles não estão procurando uma cura.
Como poderiam ser? Se encontrar uma cura fosse sua missão real, eles estariam infringindo a lei. Essas instituições de caridade — empurrando laços rosas, caminhadas intermináveis e campanhas de doação — não são nada mais do que uma distração. Elas dão às pessoas falsas esperanças enquanto canalizam dinheiro para pesquisas que nunca levarão a lugar nenhum.
AS CONSEQUÊNCIAS: VIDAS PERDIDAS, ESPERANÇA DESTRUÍDA
A maior tragédia? As inúmeras vidas que poderiam ter sido salvas se essa lei nunca tivesse existido. Quantas mães, pais, filhos e amigos foram perdidos, não porque o câncer era imbatível, mas porque o sistema nunca permitiu que uma cura visse a luz do dia? O câncer não é apenas uma doença, é um negócio muito lucrativo para o complexo industrial médico farmacêutico. E os negócios estão crescendo.
O QUE PODEMOS FAZER?
Isso precisa mudar. A Lei do Câncer de 1939 — e o domínio que a Big Pharma tem sobre a inovação médica — precisa ser desafiado, exposto e desmantelado. Todo indivíduo merece o direito de explorar todos os tratamentos possíveis. Todo médico deve ter a liberdade de pesquisar, testar e implementar terapias inovadoras sem medo de sofrer perseguição, prisão ou até assassinato.
Devemos exigir respostas. Devemos questionar a narrativa fraudulenta da mídia e da medicina corporativa. Porque enquanto essas leis permanecerem em vigor, o câncer continuará sendo uma sentença de morte para milhões, não porque não podemos curá-lo, mas porque não temos permissão para fazer isso.
As vacinas “seguras e eficazes” e a explosão dos casos de câncer turbo
Desde que as vacinas do Covid, que as PRO$TITUTA$ da mídia e verificadores de fatos disseram ser “seguras e eficazes”, foram forçadas a população global através de uma intensa propaganda terrorista, os casos de câncer turbo em todas as fachas etárias explodiu. Câncer é uma das várias doenças que os vacinados tiveram como efeito colateral. Vários YouTubers e influenciadores que foram pagos para promover as vacinas “milagrosas” do Covid agora têm câncer.
A gigante farmacêutica Pfizer propositalmente não informou a Health Canada, a Food and Drug Administration dos EUA e outras agências reguladoras que a sequência de DNA do Polyomavirus Simian Virus 40 (SV40) ligada ao câncer estava em sua vacina COVID-19 amplamente distribuída.
As vacinas do Covid da Pfizer estavam espalhando câncer entre a população vacinada? Claro que sim pois a função da Big Pharma é lucrar com o envenenamento da população enquanto executa a Agenda de Despovoamento das elites maçônicas globalistas. E os governos corporativos “democráticos”, sob controle da Maçonaria, participam da mesma agenda. Não foram os governos que forçaram as pessoas a serem vacinadas?
A Pfizer “surpreendeu” o mundo médico, completando a aquisição de US$43 bilhões da Seagen, uma pequena empresa farmacêutica que trata “Câncer Acelerado” (Turbo). A aquisição significa que a Pfizer se torna a maior empresa de oncologia do mundo, capaz de tratar a maioria dos cânceres turbo causados pelas vacinas tóxicas que ela mesma produz.
COINCIDÊNCIAS MÉDICAS EM TEMPOS DE ‘VACINAS COVID’
Os parasitas são os causadores de câncer?
O câncer é causado por vírus ou parasitas? Há mais de cem anos, os médicos estavam bem conscientes de como os parasitas poderiam ser mortais para o corpo humano. O principal conselheiro de John D. Rockefeller, Frederick Gates, convenceu Rockefeller a modernizar a medicina erradicando a ancilostomíase, um parasita que era conhecido por ser a maior causa de doenças em 1905.
Até a década de 1980, os livros didáticos não falavam sobre vírus como a causa da doença. Eles estavam falando sobre parasitas. Hoje, embora os animais exijam desparasitação de rotina, a ciência moderna diz que isso não é um problema para os humanos. Após décadas de pesquisa, um grupo de médicos alemães descobriu que cada célula cancerígena continha parasitas.
E que se os tratamentos contra o câncer, como a quimioterapia, não conseguirem matar todos estes parasitas, então os parasitas terão as condições perfeitas para se espalharem por todo o corpo. Os parasitas começam na corrente sanguínea e se espalham para outras partes do corpo, onde se transformam em cistos. Sob um microscópio, os cistos parasitas parecem idênticos ao que chamamos de tumores.
Fizeram filmes, publicaram artigos, mas tudo ficou enterrado. Porque se 100% dos pacientes com câncer têm parasitas, então os parasitas provavelmente estão causando câncer. E hoje, as “vacinas” contra a COVID, que sabemos que estão destruindo a imunidade natural, estão criando turbo cânceres.
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