Desde o início da guerra, Israel mergulhou em uma crise sem precedentes em todas as frentes — econômica, social, psicológica e política. Enquanto a grande mídia tenta esconder a verdade, os números e fatos pintam um quadro totalmente diferente de um estado que antes afirmava ser “invencível”.

Este relatório do SilencedSirs revelará os indicadores mais críticos do declínio de Israel, com base nos dados mais recentes de 21 de março de 2025.

O fim do estado Rothschild de Israel está próximo? 1

1. Perdas econômicas sem precedentes

Israel está enfrentando um colapso econômico catastrófico, o pior desde sua fundação em 1948.

• Perdas militares: US$ 34 bilhões.
• Perdas econômicas totais: US$ 67 bilhões.
• Déficit orçamentário: US$ 40 bilhões (o maior na história de Israel).

As repercussões econômicas em 2024 foram severas:

• 60.000 empresas fecharam, resultando em perdas massivas de empregos.
• O setor de turismo caiu 70%, causando uma perda de US$ 5 bilhões.
• O setor de construção perdeu US$ 4 bilhões, com mais de 70 construtoras encerrando suas operações.

Esses números indicam que Israel está à beira de um colapso econômico, o que pode prejudicar sua capacidade de sustentar o esforço de guerra.

2. Deslocamento forçado de israelenses

Devido à guerra em andamento e ao medo de retaliação da resistência, 143.000 israelenses fugiram de suas casas, principalmente de assentamentos perto de Gaza e da fronteira norte. Mesmo após cessar-fogo temporário, muitos estão com muito medo de retornar, temendo outra escalada.

Esta situação não é apenas uma crise de deslocamento interno — ela desencadeou um êxodo em massa de israelenses para fora do país, impactando significativamente o equilíbrio demográfico de Israel.

3. Crise psicológica sem precedentes

A população israelense está passando por um trauma psicológico grave devido ao conflito prolongado e ao medo de operações de resistência:

• 900.000 israelenses sofrem de transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) — um número recorde.
• Um terço dos israelenses está lutando contra depressão ou outros transtornos de saúde mental.
• O consumo de álcool aumentou em 25%, indicando um aumento no abuso de substâncias.
• As vendas de pílulas para dormir dispararam em 180%, o que significa que os israelenses não conseguem mais dormir sem ajuda médica.
• No exército israelense, 21 suicídios foram registrados em 2024 — e o número real é provavelmente muito maior do que o relatado.

Essas estatísticas mostram que o moral dentro de Israel está em um nível mais baixo de todos os tempos, afetando diretamente a preparação militar e a estabilidade interna.

4. O êxodo judaico reverso

Uma das tendências mais alarmantes em Israel hoje é a emigração em massa de judeus do país, com:

• 82.700 judeus deixando Israel em 2024, a maior taxa de emigração em décadas.
• Em contraste, 70.000 judeus se mudaram para Israel em 2002 do exterior. Hoje, a tendência se inverteu completamente, Israel está testemunhando um êxodo em massa em vez de um influxo.

Essa mudança reflete uma crescente perda de fé no futuro de Israel como um estado seguro e estável, o que ameaça sua viabilidade a longo prazo.

5. Colapso político e moral

Israel não está apenas enfrentando uma crise militar e econômica — também está passando por um grave colapso político e diplomático:

• Sua imagem global foi completamente destruída, pois o mundo agora reconhece sua ocupação ilegal e crimes contra a humanidade em Gaza.
• Muitos países estão se distanciando diplomaticamente de Israel, com crescente condenação internacional.
• A ilusão de um “Israel democrático e pacífico” desmoronou, revelando sua verdadeira face como um estado de apartheid e terrorismo.

Esses acontecimentos deixam Israel mais fraco do que nunca no cenário global, cada vez mais isolado e lutando para manter o apoio internacional.

6. Revolta interna e divisões de elite

Uma das crises menos relatadas, mas mais significativas em Israel hoje, é a revolta interna dentro de seus círculos de elite:

• Oficiais de alto escalão, incluindo um ex-chefe do Mossad e um ex-comissário de polícia, se voltaram abertamente contra o governo.
• Famílias de prisioneiros e cativos israelenses montaram acampamentos de protesto permanentes do lado de fora do Ministério da Justiça, exigindo o fim da guerra.
• Há uma profunda divisão política entre os líderes israelenses sobre como lidar com a guerra, arriscando um possível colapso do próprio governo.

Isso prova que Israel não está apenas perdendo externamente — também está implodindo internamente.

Conclusão: Estamos testemunhando o início do fim de Israel?

Israel hoje não é o mesmo Israel que o mundo conheceu alguns anos atrás. Sua economia está desmoronando, sua sociedade está psicologicamente destruída, a emigração está disparando, sua política está em caos e a dissidência interna está crescendo.

Todos esses indicadores apontam para um ponto de virada crítico, deixando muitos se perguntando: Estamos testemunhando o início do fim do projeto sionista? Embora a resposta final permaneça incerta, uma coisa é clara, Israel não é mais invencível, e a resistência continua a drená-lo em direção ao colapso inevitável.

Lord Rothschild fala sobre como sua família criou Israel.

A Khazaria e o estado Rothschild de Israel

Em nenhum lugar da Bíblia se menciona a “Estrela de David”. Isso porque em Atos 7:43 e Amós 5:26, a estrela de seis pontas é mencionada como a estrela do culto sacrificial ao demônio Ball/Moloch e de Satanás. A estrela de seis pontas, no antigo brasão vermelho dos satanistas Rothschild foi colocada na bandeira de Israel.

É interessante notar que os Rothschild são judeus Askhenazi descendentes dos antigos Khazares, povo guerreiro de origem turcomana que dominaram uma vasta área no sul da Rússia e na Ucrânia, no que era conhecido como Khazaria. Durante os séculos VIII e IX, os khazares se converteram ao judaísmo por motivos estratégicos, para isolá-los da luta religiosa consumindo seus impérios vizinhos.

Esta manobra inteligente forneceu-lhes um véu protetor, sob o qual eles não só poderiam sobreviver à turbulência religiosa, mas também ganhar uma posição vantajosa no tabuleiro de xadrez geopolítico da época. Mas em 965, o príncipe russo Svyatoslav Igorevich derrotou o exército Khazar e tomou sua capital Itil, levando ao colapso o estado parasitário Khazar.

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Os Khazares convertidos ao judaísmo que conseguiram fugir, se estabeleceram na Alemanha, dando origem aos judeus Askhenazi que não tem sangue semita. Alguns pesquisadores alegam que o rei e as elites dos Khazares, mesmo depois de convertidos ao judaísmo, faziam sacrifícios humanos aos deus Ball/Moloch. Os Rothschild e outros banqueiros judeus Askhenazi fazem parte da máfia khazariana.

Israel foi criado por ordens do banqueiro Walter Rothschild, que exigiu que a Inglaterra, através da Declaração Balfour de 1917, criasse o “Estado Judeu” para que pudesse invadir países ricos em petróleo do Oriente Médio, e anexar seus territórios. Dessa forma os globalistas Rothschild poderiam controlar as maiores reservas de petróleo do mundo.

A estrela de seis pontas, no brasão dos Rothschild foi colocado na bandeira de Israel. Os Rothschild fazem parte de um antigo culto satânico. Eles foram nomeados pelo papa como “guardiões dos tesouros do Vaticano”. Os Rothschild são os “judeus da corte” das ricas famílias da Nobreza Negra de Roma ou Sacro Império Romano.

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Como alguns historiadores russos há muito supõem, a maioria dos judeus “orientais” (Ashkenazi) não são semitas, mas turcos, descendentes daqueles khazares que foram primeiro derrotados por Svyatoslav, e depois eliminados por Genghis Khan e fugiram para a Europa Oriental sob o ataque de suas hordas. Até mesmo em Israel existem pessoas convencidas da verdade desta história.

Como todas as figuras proeminentes do judaísmo e do sionismo são judeus Ashkenazi, esta verdade histórica não é muito popular entre eles, por razões óbvias. Mas, para seu grande desgosto, Arthur Koestler, um escritor bem conhecido nos círculos da intelectualidade europeia, ele próprio um judeu de origem Ashkenazi, publicou seu livro intitulado “A Décima Terceira Tribo”, no qual ele prova clara e convincentemente que ele e todos os seus companheiros judeus – “Ashkenazi” não podem ser semitas, mas são descendentes diretos dos khazares.

Como Koestler corretamente afirma, uma tribo tão forte como os khazares não poderia ter desaparecido da face da terra sem deixar vestígios. Como nômades, eles simplesmente se mudaram para o oeste sob o ataque dos mongóis e se estabeleceram na Europa central, aumentando o número de seus parentes levados à força por Svyatoslav.

A maior parte da população de Israel são de judeus Ashkenazi que não tem raízes semitas, pois são descendentes dos Khazares. A Israel dos satanistas Rothschild defende a Ucrânia nazista pois a antiga Khazaria ficava na mesma área da atual Ucrânia.

O MISTÉRIO DE ISRAEL – RESOLVIDO! (POR STOP WORLD CONTROL)

O SIONISMO (FALSOS JUDEUS) E A CRIAÇÃO DE ISRAEL – GREG REESE

ISRAEL, O ESTADO TERRORISTA

Os judeus sionistas, liderados pelos banqueiros Rothschild, fizeram acordos com a Coroa Britânica e Adolf Hitler para criarem o estado de Israel na Palestina. Os banqueiros Rothschild financiaram não só os nazistas na Alemanha, mas também os bolcheviques na Rússia através de seus bancos em Wall Street. O exército nazista teve vários judeus como soldados. Ficaram conhecidos como os “Soldados Judeus de Hitler“.

Lênin e seus bolcheviques eram judeus Ashkenazis financiados pelos Rothschild para invadir a Rússia e destruir tanto a realeza russa Romanov e o cristianismo russo. Essa foi a vingança da Mafia Khazariana contra o povo russo, por terem os expulsado das terras da Khazaria. Sem a ajuda de Adolf Hitler e dos nazistas, que foram financiados pelos Rothschild, não teria sido possível roubar as terras dos palestinos para criar Israel. Os Rothschild criaram o Federal Reserve System em 1913 nos EUA, logo após o naufrágio do Titanic. 

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Esse fato “inconveniente” foi apagado dos livros de história para promover as histórias sobre perseguições nazistas contra os judeus e a memória seletiva do culto do Holocausto. Foram os sionistas que orquestraram o golpe  do “Holocausto”. O nazismo e o sionismo formaram uma aliança que tem suas raízes a partir da década de 1930. O sionismo naqueles dias precisava de judeus para habitar o futuro estado de Israel e o nazismo provou ser seu aliado mais precioso.

Hitler começou a perseguir os judeus na Alemanha e outros países europeus e favoreceu sua expulsão em massa. A Alemanha nazista chegou a assinar um tratado com o lobby sionista chamado Haavara que previa a migração forçada de judeus europeus (a grande maioria é Ashkenazi) para a Palestina. Os judeus foram traídos por sua liderança. Eles não passam de “bucha de canhão” para as elites satânicas.

Javier Milei chocou o mundo ao divulgar documentos sobre a fuga de Hitler para a Argentina em 1945

Depois de ter feito seu papel de aterrorizar os judeus e o mundo, Hitler e Eva Braun foram enviados em 1945 para a Patagônia na Argentina. Hitler viveu numa mansão tranquilamente até morrer em 1962 aos 73 anos. O casal teve duas filhas na Argentina. Eles fugiram com a ajuda da OSS e Vaticano. Os sionistas sabiam disso e não fizeram NADA.

Existem numerosos testemunhos e vídeos que confirmam que em 7 de outubro de 2023 foram as próprias forças armadas israelenses que abriram fogo contra civis israelenses no festival Nova, mas a grande mídia ocidental achou por bem censurar tudo para não perturbar a mentira de que foi o Hamas, sem dizer que os militares israelenses foram os primeiros a atirar em outros israelenses.

Os grupos terroristas Hamas, ISIS e Al-Qaeda foram criados pelo Mossad e financiados pelos EUA. O ditador psicopata Benjamin Netanyahu esteve por trás de mais um atentado terrorista sionista.  Não houve nenhum “ataque surpresa” por parte do Hamas naquele dia. Houve uma operação massiva de bandeira falsa do Mossad, uma vez que o Hamas foi controlado pelos israelenses desde o início e Israel até hoje garante que o Hamas receba os fundos de que necessita.

Leia mais:

A verdade sobre as per seguições nazistas contra os judeus e a memória seletiva do culto do Holocausto.

Pfizer e Israel trabalharam em vacinas digitais 7 anos antes da “pandemia”

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A CIA não queria publicar os documentos sobre Kennedy onde Israel era discutido. Para onde quer que você olhe, o assassinato do presidente John Fitzgerald Kennedy leva ao estado judeu. Foi um golpe israelense contra os Estados Unidos da América. Os arquivos JFK recém-lançados confirmam um pipeline de inteligência secreta entre a CIA e a inteligência israelense, supervisionado pessoalmente pelo chefe de contrainteligência da CIA, James Angleton.

Este não foi apenas um compartilhamento rotineiro de informações, foi um esforço deliberado para esconder o envolvimento de Israel nas operações sensíveis dos EUA, ignorando os canais de inteligência padrão. Israel, a CIA e o Deep State orquestraram o assassinato do presidente John F. Kennedy e seu irmão, o procurador-geral Bobby Kennedy.

Leia mais: Os Arquivos Kennedy e a tentativa da CIA de encobrir o papel de Israel no Golpe de 63.

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Porque Q, ou a Inteligência Militar, disse que iria salvar Israel por último?

No mundo enigmático da Inteligência Militar Q, onde mensagens enigmáticas e operações secretas reinam supremas, uma declaração chamou a atenção: “Israel será salvo por último”. Esta frase não é uma observação casual, mas um sinal calculado apontando para uma narrativa mais profunda e sombria.

Ela sugere que Israel detém a peça final no grande quebra-cabeça de desmantelar o que os crentes chamam de Deep State ou Cabala global. Mas o que isso realmente significa? E quem exatamente são essas figuras obscuras puxando as cordas nos bastidores? Bem, o Estado terrorista de Israel foi criação dos banqueiros satanistas Rothschild.

A alegação central gira em torno de um grupo poderoso de judeus “khazarianos” na Alemanha chamados de Asquenazes. De acordo com essa teoria, as elites satanistas da antiga Khazaria se converterem ao judaísmo e depois forjaram dinastias poderosas como os Rothschilds e os Rockefellers.

Diz-se que essas famílias têm suas raízes no sul da Alemanha, onde lançaram as fundações dos Illuminati em 1776 em parceria com os jesuítas. Sua influência supostamente se expandiu por meio do controle estratégico de governos locais e financiamento de infraestrutura pública. Os descendentes dessas elites satânicas da Khazaria detêm o poder sobre Israel.

Esses corretores de poder modernos são acusados ​​de perpetuar o legado bancário Rothschild, instigar conflitos mundiais para instalar governos complacentes e orquestrar a formação das Nações Unidas para promover seu alcance global. Dizem que seu controle sobre o governo dos EUA é tão forte que transcende as linhas partidárias, influenciando tanto democratas quanto republicanos.

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Trump e o papel dos militares na grande revelação

Donald Trump — uma figura que os seguidores de Q acreditam ter sido estrategicamente posicionada para expor o estado capturado do governo dos EUA. Essa exposição, eles argumentam, é meticulosamente documentada em registros do Congresso, nos Arquivos dos Estados Unidos e dentro das forças armadas. De acordo com essa perspectiva, o mundo oscila à beira de uma mudança monumental, enquanto a CIA e outras entidades globalistas enfrentam a extinção.

Um golpe militar em andamento. Os desenvolvimentos recentes no Congresso sugerem um movimento sem precedentes contra influências globalistas dentro do sistema dos EUA. Alguns sugerem que um golpe militar aberto está se desenrolando, com tribunais mundiais examinando evidências contra figuras de alto perfil como Benjamin Netanyahu, potencialmente levando a acusações de crimes contra a humanidade. Se esses esforços vacilarem, acredita-se que os “Chapéus Brancos” em outras nações persistirão em sua busca por justiça.

Os arquivos JFK revelaram que Israel e a CIA estavam por trás do assassinato do presidente Kennedy. E os arquivos Epstein revelarão que o bilionário judeu Jeffrey Epstein trabalhava para a rede de tráfico sexual infantil do Mossad, MI6 e CIA para operações de chantagem a políticos, banqueiros e grandes empresários. A exposição da saga de Epstein acontecerá em estágios.

Trump está silenciosamente dando um golpe em Israel. É por isso que Q disse que Israel será salvo no final. Todas essas operações que estão acontecendo agora estão conectadas a Epstein. A guerra na Ucrânia, crise de fronteira, criação do covid, pandemia, agitação civil, eleições roubadas de 2020, agências de inteligência do Deep State indo contra Trump, farsa da Rússia e mais estão conectados a Epstein, CIA (Obama), MI6, Five Eyes, elites globalistas, Mossad e Israel.

O Mossad, MI6, CIA, todas essas agências trabalham juntas. Elas são parte dos Jesuítas, são parte dos Cavaleiros de Malta, elas se encontram no Vaticano, elas se encontram nos Estados Unidos, todas trabalham juntas, todas compartilham informações com agências Five Eyes. É por isso que a lista de clientes VIP de Epstein é vital porque ele fez parte do golpe militar que aconteceu nos Estados Unidos em 2020.

Está conectado ao Congresso, conectado ao Senado, está conectado à traição porque os políticos corruptos estão vendendo informações sigilosas da América para inimigos. Então todas essas operações SÃO MUITO SENSÍVEIS (tão sensíveis que uma guerra estourou dentro do Pentágono e agências de 3 letras) Essas são operações altamente sensíveis. mas está acontecendo. Trump está desempenhando um papel duplo como Israel, fingindo apoiar o Estado sionista dos Rothschild.

E tudo tem a ver com a exposição da pandemia fabricada, as vacinas tóxicas, as operações de chantagem, as operações mundiais de lavagem de dinheiro que estão conectadas a empresas farmacêuticas, conectadas à espionagem, conectadas a sistemas bancários, a pandemia, o tráfico humano, é tudo enorme, essas operações do Deep State. Israel está dividido em dois setores, os judeus sionistas satanistas e os judeus de verdade (incluindo generais militares que odeiam os infiltradores globalistas do Deep State sionista).

Os judeus de verdade sabem que as operações sionistas em Israel estão controlando Benjamin Netanyahu, eles sabem que ele é um ditador e sabem que há diferentes operações do Deep State acontecendo. É por isso que há um GOLPE militar enorme crescendo dentro dos setores de defesa militar e governamental de Netanyahu. Esses generais e comandantes militares estão se unindo dentro das partes das IDF do exército israelense que estão indo contra Netanyahu.

E muitas pessoas no governo e nos comandos militares estão falando sobre um golpe militar ou quase guerra civil!! E eles estão indo e vindo para derrubar o governo. O golpe militar em Israel está sendo encoberto por toda a mídia e um grande apagão está acontecendo enquanto a mídia, funcionários do governo e operações militares censuram o crescente golpe militar.

As operações obscuras de corrupção, tráfico humano, lavagem de dinheiro e chantagem de Epstein irão expor ainda mais os crimes de Israel. Trump (e militares da USSF) está dando um golpe silencioso contra Israel e eles vão reestruturar um novo governo, mas tudo está entrando em rota de colisão da exposição do governo dos EUA pego dentro de um golpe militar e as conexões com os bancos mundiais são realmente operações da CIA estão todas conectadas a Epstein e várias operações do Deep State que virão à tona.

É por isso que a exposição da pandemia é realmente importante. Toda a exposição dos sistemas bancários que vão chegar perto de um colapso, isso tem a ver com o Federal Reserve. As operações globais do Deep State estão em pânico e eles estão tentando criar uma guerra mundial e um ataque cibernético massivo para derrubar a infraestrutura mundial. Trump e os militares da USSF têm operações em andamento para combater movimentos do Deep State e operações da teoria dos jogos para expor seus planos.

O Deep State quer colapsar a economia para culpar Trump e sua ideia é assumir o Congresso e o Senado em dois anos. É por isso que Trump está se movendo tão rápido agora para cortar tudo, para expor tudo, porque ele quer desmontar o Partido Democrata, não apenas a CIA, mas ele quer desmontar o Partido Democrata e então ele quer limpar o governo completo, as casas, a corrupção completa.

A saga Epstein é enorme pois está conectado aos sistemas bancários de Wall Street, está conectado a vários outros países importantes e suas operações de chantagem e lavagem de dinheiro. As mesmas pessoas que controlavam Epstein, as elites do poder mundial, são os mesmos poderes que controlam as Nações Unidas e a OTAN.

Eles controlam todo o tráfico de drogas dentro da Europa. Eles trabalham com os cartéis, trabalham com o Partido Comunista Chinês, traficando drogas pelo mundo, e trabalham com todos os governos do mundo por meio de sistemas bancários, operações de lavagem de dinheiro e tráfico humano.

É por isso que o Deep State criou as operações de pandemia e censura, e tentou mudar as leis para controlar os países, controlando os líderes mundiais, a pandemia foi uma enorme operação de lavagem de dinheiro e operações de chantagem e muito, muito mais… é por isso que Epstein é realmente importante, por que Epstein vai estar conectado nos bastidores às maiores potências bancárias, aos fundos de hedge, a muitas pessoas e corporações poderosas

Isso vai estar conectado ao tráfico humano, conectado à pandemia, conectado à grande indústria farmacêutica, às vacinas, está conectado às redes de pedofilia das elites globalistas, as agências de inteligência como CIA e Mossad. Então é por isso que o governo Trump está se movendo em estágios da exposição da saga Epstein. Eles estão construindo acusações nos bastidores. Kash Patel, Pam Bondi e TRUMP já tem todos os arquivos Epstein.

Eles estão encenando o evento Epstein de uma forma calculada muito importante para EXPOR todo o sistema financeiro e de corrupção de chantagem conectado à linha do tempo de Epstein e às operações do Deep State. Esses estágios de exposição da saga Epstein colidirão com o que vai acontecer dentro do colapso da OTAN, o colapso da Alemanha, França, Canadá, Austrália, Reino Unido e outros países ocidentais. Então haverá uma agitação civil nesses países.

O que é realmente importante saber dentro desses movimentos vitais é que o governo Trump está liderando as operações contra o Deep State, o que criará  um efeito cascata nos países ocidentais, na Ásia, África e América do Sul. Por isso que alguns países estão tentando impor censura. Eles já estão sentindo os efeitos do gatilho do que Trump está fazendo com a guerra na Ucrânia.

Cortando o financiamento da USAID e expondo ONGs em vários países que participam de interferência eleitoral. A saga Epstein se desenrolará em etapas pois está tudo conectado a Israel e às operações globalistas e às operações que criaram as Nações Unidas.

Essas operações SENSÍVEIS são realmente vitais porque vão expor as Nações Unidas. É por isso que todo mundo está em pânico por causa de Epstein. É por isso que está chegando em etapas, porque conforme você expõe as Nações Unidas, também vai expor Israel e as elites satânicas globalistas.

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