O COVID-19 ou “Ritual Corona” foi uma fraude mundial elaborada pela mídia corporativa, e um ritual maçônico de sacrifício que começou em 2019, no qual um “vírus mortal invisível”, que até hoje não provaram que existe, foi usado para espalhar medo, confusão e caos (Magia do Caos).
A histeria político-midiática foi usada para espalhar medo e confusão, visando convencer bilhões de pessoas a obedecerem aos mandatos tirânicos e serem injetadas com vacinas experimentais tóxicas, que fazem parte de um ritual satânico de sacrifício humano.
O coronavírus foi previsto na Cerimônia de Abertura dos Jogos Olímpicos de Londres 2012. Toda a operação terrorista do coronavirus teve um simbolismo oculto e foi um mega ritual de Magia Negra contra a humanidade.
A bizarra cerimônia de abertura das Olimpíadas de 2012 em Londres contou com uma figura gigante de um feiticeiro negro, a representação do mal, segurando uma varinha (ou uma seringa?), com médicos e enfermeiras dançando como zumbis ao redor de crianças aterrorizadas em camas de hospital. Toda essa encenação foi um ritual satânico midiático. 2020 foi o ano em que o “Sistema” mostrou a sua verdadeira “face”. Essa criatura maligna em vestes negras seria Saturno?
A Cerimônia de Abertura das Olimpíadas de Londres de 2012 começou às 9 da noite, quando as estrelas de Capricórnio se elevam no céu oriental e como o governante de Capricórnio, Saturno, aparece nos céus sudoeste na constelação de Virgem logo após o pôr do sol. Saturno também é o atma karaka, o planeta no mais alto grau (29’35”), e Senhor planetário destes eventos em que atletas competem para o ouro e oportunidade de se tornarem “heróis divinos”.
A atenção global na abertura dos Jogos Olímpicos de Londres em 2012 concentrou a energia de bilhões de pessoas nesse ritual satânico que celebrou a destruição da humanidade pela plandemia. A Olimpíadas de 2012 foi usada pelos feiticeiros maçons como um ritual de sacrifício para introduzir o “salvador vindouro” que restaurará a Idade de Ouro de Chronos/Saturno .
O COVID-19 é uma Operação Militar. COVID-19 é um código, seu significado real é: Covert Operation Virus Imminent Destruction – 2019. As vacinas são bioarmas criadas pelo Pentágono/DARPA contento grafeno, nanorrobôs entre outras substâncias tóxicas para a Agenda de Despovoamento da Cabala (Maçonaria/Jesuítas/Vaticano).
Utilizando a técnica de controle mental baseado em trauma da CIA, as elites maçônicas globalistas impuseram terrorismo psicológico 24h pela mídia, máscaras obrigatórias, censura nas redes sociais, campos de quarentena forçada e confinamento forçado por Lockdown para criar uma atmosfera sufocante, como adoração ao seu deus Saturno/Chronos-Corona (o deus da morte, medo, governo, ordem social, pobreza, restrição, depressão, dualidade..).
A Primeira e Segunda Guerra Mundial foi um ritual de sacrifício em massa dos Cavaleiros de Malta, Skull and Bones, judeus sabatianos e jesuítas (ambos são satanistas do Culto de Saturno), com aproximadamente 120 milhões de vítimas no total, como uma sequência da Guerra dos Trinta Anos anterior, para criar o estado terrorista de Israel e avançar em direção a um império mundial (Nações Unidas).
Em 1916 o Culto de Saturno cria o socialismo bolchevique na Rússia, o socialismo do New Deal no Estados Unidos e o socialismo nacional (nazismo) na Alemanha. Esses cultos são todas variações do culto a Baal e Moloch, conhecidos por exigir sacrifícios de crianças, e são frequentemente associados a Saturno, pois ambos compartilham características de deuses da destruição e do controle.
Os sacrifícios, muitas vezes realizados em rituais secretos, são considerados uma forma de garantir poder e proteção. A relação entre essas divindades e Saturno é uma forma de manter o domínio sobre as massas e garantir que as elites possam continuar sua dominação sobre os povos. As guerras são rituais de sacrifício humano as entidades demoníacas do astral inferior a quem as elites maçônicas prestam culto.
A guerra pandêmica do COVID-19 foi o maior ataque à liberdade e o maior genocídio da história humana desde o ritual de sacrifício em massa das duas guerras mundiais. As vacinas “seguras e eficazes” junto com os mandatos tirânicos do COVID mataram mais de 600 milhões de pessoas no mundo todo. O país onde mais morreram pessoas foi a China comunista.
Principais atores
Todos os atores da farsa do COVID-19 são maçons e sacerdotes do Culto de Saturno dos Jesuítas: Anthony Fauci do NIAID, Robert Redfield do CDC, Stephen Hahn da FDA e Brett Giroir da HHS.
O nazista Klaus Schwab do Fórum Econômico Mundial lançou seu livro “O Grande Reset” que faz parte da Agenda de Despovoamento da ONU/Vaticano e da Agenda Transhumanista com sua Quarta Revolução Industrial. O bilionário eugenista Bill Gates promoveu ostensivamente a Agenda de Despovoamento através da obrigatoriedade das vacinas tóxicas do Covid pelos governos “democráticos” sob controle da Maçonaria.
Toda a novela do coronavírus iniciada em 2019 foi apresentada em 2010, pela Fundação Rockefeller, da mesma família que criou a máfia médico farmacêutica atual. No documento Operação Lockstep, está detalhado minuciosamente como paralisar o mundo com uma epidemia. O documento mostra como cultivar o vírus, como espalhá-lo e como usar o lockdown e a quarentena para causar colapso econômico.
Guerra psicológica
Técnicas avançadas de guerra psicológica foram usadas, e além do medo: espionagem com drones, longos períodos de isolamento, intimidação, programação contínua para suprimir críticas e forçar total obediência. As postagens nas redes sociais foram imediatamente censuradas e substituídas por informações “corretas” da mídia de propaganda e dos “verificadores de fatos” (o Ministério da Verdade de 1984).
O contínuo fluxo de propaganda causou um aumento nas taxas de depressão e de suicídio. O direito à liberdade de expressão, o direito à liberdade de movimento, o direito de protesto foi violado e eventos de distração foram colocados em prática pela mídia de propaganda para dividir e conquistar.
Programação preditiva
Um vírus pandêmico para criar um estado orwelliano de zumbis usando máscaras e forçar a vacinação mundial e alteração de DNA é anunciado com programação preditiva em inúmeros filmes e livros:
- 1826 – Mary Shelley lança o livro “O Último Homem” que conta a história de um mundo futuro que foi devastado por uma praga.
- 1932 – Aldous Huxley lança “Admirável Mundo Novo” (a família que ajudou a criar as Nações Unidas e OMS).
- 1949 – George Orwell lança “1984”.
- 1971 – George Lucas lança “THX 1138” que conta a história de dois cidadãos de uma sociedade distópica, localizada no subterrâneo em um local e época indefinidos. A sociedade criada por Lucas apresenta uma visão pessimista de um futuro em que os habitantes são vigiados por androides, obrigados a consumir drogas e onde toda a forma de emoção foi proibida.
- 1975 – A BBC lança a série “Subreviventes” que fala de uma pandemia apocalíptica global, iniciada por um cientista chinês.
- 1978 – Stephen King lança o livro “The Stand” que fala sobre uma pandemia apocalíptica global.
- 1995 – No filme “Pandemia”, Sam Daniels (Dustin Hoffman) é coronel-médico do exército americano e chefe do CDC. Ele investiga uma nova doença contagiosa, que mata em pouquíssimo tempo.
- 1995 – No filme “12 Macacos”, Um vírus terrível criado em laboratório e sem antídoto assola a Terra em 1996, ceifando vidas por várias gerações. Na década de 2030, as pessoas buscam refúgio em abrigos subterrâneos. Acreditando ter condições de encontrar a cura, cientistas enviam voluntários ao passado para colher amostras do vírus; porém algo dá errado e eles vão parar em 1990.
- 1997 – O filme “Gattaca” fala sobre racismo genético com passaportes biométricos.
- 1999 – O filme “Virus” conta a história de uma nave assolada por uma entidade malévola extraterrestre que procura transformar a humanidade em escravos cyborg.
- 2000 – No filme “Quarentena”, terroristas liberam um vírus misterioso em uma pequena aldeia matando todos os seus habitantes. O Presidente dos Estados Unidos manda cientistas do CDC encontrarem uma cura antes que a praga acabe com toda a humanidade.
- 2001 – No filme “Vanilla Sky”, Tom Cruise caminha nas ruas de uma Nova York deserta.
- 2002 – No filme “28 Dias”, as ruas de Londres ficam desertas por causa de um vírus mortal que transforma os infectados em zumbis.
- 2002 – No filme “Resident Evil”, Alice (Milla Jovovich) e uma equipe da Umbrella Corporation entram numa instalação subterrânea secreta para tentar conter o surto do T-vírus que transforma os infectados em monstros.
- 2003 – O filme “Código 46” mostra uma sociedade distópica com um governo autoritário onde há uma divisão estrita entre a classe baixa pobre que fica do lado de fora e a população que pode viver dentro da cidade, mas onde o acesso é estritamente regulado com documentos de saúde por causa de um vírus (racismo genético).
- 2005 – No filme “V de Vingança” as “autoridades governamentais” criam um vírus que mata pessoas e o usa como propaganda de medo para impor uma ditadura tecnocrática contra a população.
- 2005 – No filme “Aeon Flux”, a raça humana foi totalmente dizimada por um vírus mortal em 2415, e as únicas sobreviventes a esse fato estão localizadas em uma cidade cercada por muros chamada Bregna.
- 2007 – O filme “Residente Evil: Extinção” segue a heroína Alice, junto com um grupo de sobreviventes de Raccoon City, enquanto eles tentam viajar pelo deserto de Mojave até o Alasca e escapar de um apocalipse zumbi causado pelo T-vírus.
- 2007 – No filme “Eu sou a Lenda”, Will Smith caminha pelas ruas desertas de Nova York por causa de um vírus criado em laboratório que transformou as pessoas em zumbis.
- 2008 – O filme “Dia do juízo final” se passa no futuro onde a Escócia está em quarentena por causa de um vírus mortal. Quando o vírus é encontrado em Londres, os líderes políticos enviam uma equipe para a Escócia para encontrar uma possível cura.
- 2011 – O filme “Contágio” fala sobre a propagação de um vírus transmitido por fômites e das tentativas de pesquisadores, médicos e funcionários de saúde pública para identificar e conter a doença, da consequente perda de ordem social com o avanço da pandemia e a introdução de uma vacina para impedir sua propagação.
- 2013 – No filme “Eu sou a Lenda” com Will Smith, a maior parte da população morreu ou virou zumbi por causa de um vírus criado em laboratório. A série Utopia, lançada no Reino Unido, falava sobre um cientista maluco que criou várias doenças em laboratório para esterilizar ou exterminar a população. A versão americana de Utopia foi lançada em 2020.
- 2015-2018 – Na série “12 Macacos”, um vírus global põe fim à raça humana.
- 2016 – O filme “Inferno”, estrelado por Tom Hanks, trata de uma gigantesca conspiração para reduzir pela metade a população global ou extinção da humanidade em menos de 100 anos. O filme “A 5a Onda”, extraterrestres invadem a Terra para exterminar a humanidade.
- 2017 – No filme “O Curado” uma praga chamada Maze Virus já varreu a Europa, transformando suas vítimas em zumbis homicidas. Uma cura foi descoberta mais tarde, e 75% dos infectados que poderiam ser capturados foram tratados e curados do vírus. Os 25% restantes mostraram-se resistentes à cura. Os dois grupos são conhecidos como os Curados e os Resistentes.
- 2018 – No filme “Acho que Estamos Sozinhos Agora”, Peter Dinklage e Elle Fanning são dois sobreviventes que tem que aprender a conviver juntos depois que uma pandemia exterminou a população. No filme Ordem Mundial Azul, um único homem ficou imune a um vírus liberado por pulso eletromagnético que exterminou a população.
- 2019 – A série britânica “Curfew” fala de uma sociedade totalitária distópica com toque de recolher por causa do vírus Sky One.
- 2020 – A série “Admirável Mundo Novo” da NBC Peacock (símbolo de Lúcifer), fala sobre uma sociedade governada por IA, onde família, privacidade, dinheiro e história são abolidos.
Significado simbólico – o objetivo final
O caos e os tumultos faziam parte do ritual astrológico do COVID: Saturno (morte, medo, controle, controle pobreza, governo, militar, obediência, dualidade preto-branco) em Aquário (tecnologia, esperança governada por Urano rebelião, vontade de sair) e Plutão (o Sombra, maior medo, vírus, comunismo) em Capricórnio (restrição, luta pela independência). Capricórnio é o diabo nas cartas do tarô. Netuno (máscaras, ilusão de palco) está em Peixes.
O ritual do COVID-19 entre 2019-2022 foi uma sequela do ritual da Gripe Espanhola entre 1914-1919, com as mesmas máscaras faciais. O uso obrigatório de máscaras foi uma iniciação ritual de “passar pelo abismo”, a distância entre o real e o irreal (programação preditiva nos filmes Contágio, Interestelar, Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge).
No sistema religioso baseado na “vontade”, criado no início do século XX pelo maçom satanista inglês Aleister Crowley, a “Noite Escura da Alma” é chamada de “Noite da Pan”. O deus grego Pan é a origem das palavras pânico e pandemia. Pan é uma representação do planeta Saturno (Kronos/Sol Negro/Satanás).
Em todo o simbolismo, o tema do dilúvio reapareceu: vírus afetando pessoas em ondas, a quinta onda da revolução industrial, quarentena (quarentena = 40 dias de dilúvio).
A “Noite Escura da alma” é a batalha entre a alma e o ego, o autêntico verdadeiro eu que desiste do falso eu (desejos egoístas, medo, restrições,..), levando à morte do ego, experiência da Unidade. As luvas azuis representam a estrela Sirius, a luz orientadora do nosso sol espiritual (Sirius tem um ciclo de 50 anos, o ritual do COVID-19 é uma cópia do ritual da Gripe Espanhola de 100 anos antes).
Tanto o ritual do COVID-19 como o ritual da “Gripe Espanhola” foram idealizados e financiados pelos satanistas Rockefeller. O Instituto Rockefeller esteve por trás da “Gripe Espanhola” e a Fundação Rockefeller esteve por trás da “Pandemia do Coronavírus”.
Máscaras sobre a boca e nariz são um símbolo de controle mental, humilhação e escravidão. Máscaras foram usadas para punir escravos. Enquanto aceitarmos alguém ou alguma coisa para nos governar, como o governo, somos realmente escravos. A máscara facial dificulta sua capacidade de falar e remove suas expressões do seu rosto.
Como tal, a máscara remove sua liberdade de expressão e individualidade. Obrigar as pessoas a usarem máscaras em todos os lugares foi um RITUAL DE HUMILHAÇÃO das elites maçônicas globalistas. As pessoas que usaram máscaras foram ridicularizadas pelas elites pois de parecem com escravos nos velhos tempos.
Porque há tanta corrupção e injustiça no mundo? Devido ao sistema judiciário maçônico. O poder judiciário protegeu o golpe pandêmico das elites maçônicas contra a população. Você já se perguntou por que os juízes usam túnicas negras? Preto é a cor de Saturno. Durante os tempos antigos, Saturno estava associado ao deus da lei e da justiça. Hoje, muitas sociedades secretas ainda adoram Saturno como o deus da lei e da justiça.
De acordo com Jordan Maxwell, o símbolo que foi usado no contexto religioso para Saturno era o quadrado e sua cor simbólica era preta. É por isso que os juízes usam uma túnica negra. É a sua maneira de mostrar respeito a Saturno, o deus da lei e da justiça. Quer os juízes percebam ou não, eles são sacerdotes do Culto de Saturno que sofreram lavagem cerebral pelas Forças das Trevas para lançar feitiços de magia negra sobre as pessoas quando estão no tribunal. O sistema legal está saturado de magia negra.
Nas sociedades secretas, Saturno é a representação de Satanás o rei das trevas .. a estrela com chifres (anéis). Como em todas as democracias liberais, o Judiciário não é um órgão que responde aos interesses da nação e cujo objetivo final é a proteção da justiça. O judiciário neste sistema tem a tarefa de preservar a dominação das elites maçônicas financeiras e corporativas que são as que detêm o poder real e são as verdadeiras gestoras da democracia.
E são sempre os “togas negras” que garantem proteção aos poderosos e deixam seus crimes impunes. Isso foi visto no Brasil durante o início da farsa pandêmica do COVID quando todos os togas negras do Supremo Tribunal Federal, arrebataram a gestão da falsa emergência das mãos de Bolsonaro, transferindo o poder para o nível local, especialmente para os governadores dos estados brasileiros, dando início a roubalheira do COVIDÃO.
O objetivo dos togas negras do STF era garantir que a operação terrorista do coronavírus fosse realizada com a maior severidade possível, como visto em vários outros países do mundo, como os Estados Unidos, Argentina, Austrália, Israel, Europa, Japão e restante do mundo.
Sem a total omissão e conivência dos sacerdotes de Saturno do judiciário, o golpe pandêmico não teria ido tão longe. O Brasil é o único país do mundo onde crianças são obrigadas a serem envenenadas com as vacinas tóxicas do COVID, a mando dos togas negras do STJ. Os juízes do Culto de Saturno agem como se fossem “deuses” acima das pessoas comuns que pagam seus salários e mordomias.
O grafeno e nanotecnologia foram colocados nas vacinas para o renascimento do humano 2.0 transumanista, uma raça escrava ciborgue controlada remotamente pelo 5G/6G (filmes em 2020 como Bloodshot com Vin Diesel que renasce por meio da nanotecnologia).
É o fim do jogo, o clímax de tentar ganhar controle sobre o coração humano em 3 etapas, criar o Admirável Mundo Novo de Aldous Huxley (irmão de Julian Huxley das Nações Unidas), a Solução Final, onde os escravos são tão doutrinados que não se importam mais com a liberdade.
Os passaportes de vacinação foram introduzidos para desencadear o trauma da Segunda Guerra Mundial (judeus sendo excluídos da sociedade). Em janeiro de 2021, José Manuel Barroso (jesuíta, Goldman Sachs, Comissão Europeia) foi nomeado presidente da Aliança Global para Vacinas e Imunização (GAVI, diretoria com Tedros Ghebreyesus da OMS).
O objetivo final é controlar o DNA das pessoas, introduzir a Internet das Coisas, conectar as pessoas a uma simulação de mundo consciente, vinculada ao CERN e computadores quânticos como o D-Wave (de propriedade do Google, NSA, Lockheed Martin,…). Cada pessoa se torna um nó e avatar (semelhante ao filme Avatar de 2009), vivendo em uma simulação enquanto algoritmos estudam como nosso cérebro funciona, criando a humanidade 2.0, recriando Gênesis, os dias bíblicos de Noé, o dilúvio.
O ritual está ligado ao CERN, que usa o antigo conhecimento atlante sobre o portal dimensional do Portão de Prata (Touro em maio) e Portão Dourado (Ophiuchus ou Serpentário-Sagitário em novembro). Os sacerdotes Reptilianos da Atlântida querem recriar o período de manipulação genética com “assistência médica” global.
O tema recorrente em filmes como 2001 e Interestelar é o sacrifício de humanos por serem absorvidos em um buraco negro como um útero para uma nova vida. O objetivo final do culto ao Sol Negro é atingir uma “Singularidade”, um termo também ligado a buracos negros. Eles o imaginam como um ponto no tempo em que a inteligência da máquina excede a inteligência humana, quando os humanos se fundem com as máquinas, desistem de suas almas, levando à morte-renascimento.
Os transumanistas do Vale do Silício querem digitalizar o sexo por meio de avatares e corpos de RV, conectados com sensores, controles de câmera baseados em gestos e neurodispositivos e por meio de entretenimento pornográfico totalmente imersivo para manter as pessoas presas em distrações e autogratificação sem fim até que não haja mais vida social, famílias ou contato humano.
Os governantes deste planeta querem se tornar deuses, alcançar a onisciência e a imortalidade, mas precisam do potencial criativo dos humanos. A rendição total à tecnologia, ao seu culto de um olho/I.A., é vendida como o próximo passo evolutivo da humanidade, enquanto é o próximo rebaixamento, a escravidão final, uma recriação da queda da consciência nesta realidade material.
Revelação do Método, Programação Preditiva, Hollywood e a invasão alienígena.
Essas pessoas que foram eliminadas na pandemia eram pessoas reais ( com alma) ou apenas holografia?
Não sei.