O presidente Trump acusou nações estrangeiras de “roubar” os Estados Unidos e impôs tarifas sobre importações em todo o mundo. A Casa Branca anunciou uma tarifa básica de 10% sobre todas as importações a partir de 5 de abril, com taxas mais altas para países que imponham impostos mais altos sobre produtos dos EUA. A China, União Europeia e Israel são os principais alvos de Trump.

Trump confirmou que uma tarifa de 25% seria imposta a todos os carros estrangeiros importados para os EUA. Ele exibiu um gráfico mostrando que os Estados Unidos “cobrariam um imposto de 34% sobre importações da China, um imposto de 20% sobre importações da União Europeia, 25% sobre a Coreia do Sul, 24% sobre o Japão e 32% sobre Taiwan”.

Trump descreveu o sistema de comércio global como aquele em que “nosso país foi saqueado, pilhado, estuprado, saqueado” por outras nações. Ele condenou “catadores estrangeiros” e “trapaceiros estrangeiros” que “saquearam” fábricas americanas. O presidente prometeu que os empregos nas fábricas retornarão aos Estados Unidos devido a esses impostos.

Canadá e México foram receberam tarifas de 25%, excluindo bens descritos no acordo comercial da primeira administração de Trump. “Todos eles entendem, nós vamos ter que passar por um pouco de amor duro talvez? Mas todos eles entendem. Eles estão nos roubando e eles entenderam”, concluiu Trump.

O presidente Trump anunciou as “Tarifas Recíprocas do Dia da Libertação” para finalmente fechar a brecha que estava dando à China comunista uma vantagem enorme e imerecida contra os EUA. Trump impôs uma tarifa de 17% a Israel, mesmo depois de Israel ter eliminado todas as tarifas sobre produtos dos EUA apenas um dia antes.

A China enfrenta uma das tarifas mais altas, com Trump impondo uma taxa adicional de 34%. Isso se soma a tarifa existente de 20% introduzida em duas rodadas no início deste ano, elevando a taxa tarifária total sobre produtos chineses para 54%.

Trump enquadrou a tarifa de 34% como uma taxa de “desconto”, alegando que é metade da taxa de 67% que seu governo alega que a China cobra dos EUA. Previstas para entrar em vigor em 9 de abril, essas medidas afetarão fortemente os exportadores chineses e interromperão as redes de comércio global.

O presidente Trump disse que globalistas, terceirizadores, interesses especiais e a mídia Fake News ficarão indignados após seu anúncio de tarifas recíprocas sobre países que vêm explorando os EUA há décadas. Ele declarou que a América já foi uma nação rica — até 1913, quando o Federal Reserve foi criado e o imposto de renda introduzido, o que levou a Grande Depressão de 1929.

Nos últimos 40 anos, os EUA foi desindustrializado pela globalização. As tarifas de Trump são o golpe mortal para as elites nazistas do Fórum Econômico Mundial em Davos e as oligarquias neoliberais. As tarifas de Trump transferirão a riqueza roubada pelas elites maçônicas globalistas para a classe média.

Leia mais: As tarifas de Trump, a desglobalização e o fim do dólar como moeda de reserva global

A razão pela qual Trump chamou o dia 02/04 de “Dia da Libertação” é porque se seu plano econômico tarifário for bem-sucedido, o imposto de renda não existirá mais, e o povo americano não será mais escravo fiscal de um sistema corrupto. Esse dia será conhecido como o dia que acabou com a escravidão econômica.

Se o plano de Trump for bem-sucedido, e as tarifas substituírem o imposto de renda, a qualidade de vida do povo americano será significativamente melhor pois não serão mais servos de uma máquina corrupta. Seu trabalho não será mais taxado para financiar guerras, sofrimento e destruição ao redor do globo, e para encher os bolsos da classe dominante corrupta.

Desde 1913, os americanos são roubados pelo IRS, e o plano econômico tarifário de Trump acabará com isso. É por isso que Trump chamou de “Dia da Libertação”.

A América testemunhou muitas revoluções. Mas isso, isso é outra coisa. O dia 2 de abril de 2025 será lembrado como o dia em que o povo americano foi libertado das garras do IRS. Ele está sendo chamado de Dia da Libertação, e com razão. O presidente Donald J. Trump obliterou o Internal Revenue Service, anunciando o lançamento do External Revenue Service em seu lugar. A mensagem foi clara, incisiva e histórica:

“Terminamos de taxar os americanos até a morte. Deste dia em diante, o dinheiro fluirá de outros países para as mãos do povo americano. Seremos ricos novamente. E rápido.”

A equipe de Trump projeta que o ERS arrecadará US$ 700 bilhões anualmente apenas com tarifas. Isso é mais do que suficiente para financiar o governo federal sem tocar nos salários da população.

Em toda a América, as pessoas estão comemorando. As mídias sociais explodiram com a hashtag #IRSisDead. Vídeo após vídeo mostra os americanos comemorando com esperança renovada. “Paguei impostos por 45 anos”, disse um soldador aposentado em Ohio. “Eles pegaram meu suor e me deram migalhas. Hoje, me sinto livre.”

Justificativas para a força dos EUA na aplicação de tarifas e coerção.

1) Dependência comercial assimétrica:

A maioria dos países depende muito mais do mercado dos EUA do que os EUA dependem do deles. Por exemplo:

– México: 80% de suas exportações vão para os EUA, mas os EUA enviam apenas 16% de suas exportações para lá.
– Canadá: 75% de dependência vs. 18% de participação de exportação dos EUA.

Esse desequilíbrio dá aos EUA alavancagem para impor tarifas sem enfrentar retaliação proporcional.

2) Tamanho do mercado e diversificação:

– Os EUA são o maior mercado consumidor do mundo. Perder acesso é catastrófico para economias dependentes de exportação (por exemplo, Vietnã, Taiwan).
– Os EUA podem diversificar importações (por exemplo, mudando da China para o Sudeste Asiático), enquanto economias menores lutam para substituir os EUA como comprador.

3) Poder de coerção econômica:

– As tarifas infligem mais dor aos países-alvo. Por exemplo, uma tarifa de 10% dos EUA sobre a China impacta 1,7% do PIB da China, mas apenas 0,1% do PIB dos EUA.
– Os EUA usam isso para forçar concessões (por exemplo, renegociação do USMCA com o México/Canadá, acordo da Fase Um com a China).

4) Resiliência Política Doméstica:

– Exportadores dos EUA são menos vulneráveis a retaliações estrangeiras (por exemplo, apenas 8% das exportações dos EUA vão para a China). Isso reduz a oposição doméstica a tarifas em comparação a países onde os exportadores dominam a política.

5) Exceções Estratégicas:

– Mesmo em casos de dependência mútua (por exemplo, semicondutores de Taiwan), os EUA alavancam alianças de segurança para mitigar riscos, enquanto os concorrentes não têm alternativas.

6) Retaliação Coletiva Limitada:

– Retaliação coordenada (por exemplo, UE ou ASEAN) é rara devido a interesses divergentes. Os EUA podem negociar bilateralmente, explorando divisões.

Conclusão

Os EUA detêm uma posição estruturalmente dominante em conflitos comerciais devido a dependências assimétricas, tamanho de mercado e capacidade de diversificação. As tarifas atuam como uma ferramenta coercitiva porque os danos econômicos aos países-alvo superam os custos para os EUA, permitindo que os EUA reformulem os termos comerciais a seu favor.

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A guerra de Trump contra a China globalista

Em 2024, as exportações de bens dos EUA para a China totalizaram US$ 143,5 bilhões, com grandes exportações, incluindo oleaginosas, grãos, máquinas e produtos aeroespaciais. Por outro lado, os EUA importaram US$ 438,9 bilhões em produtos chineses, que vão desde produtos eletrônicos a plásticos, e bens de consumo para famílias americanas.

O déficit comercial dos EUA com a China foi de US$ 295,4 bilhões. Trump não irá mais permitir que a China roube a América como vem fazendo desde que ingressou na Organização Mundial do Comércio (OMC) em 11 de dezembro de 2001. A entrada da China na OMC foi orquestrada pelas elites globalistas para desindustrializar os Estados Unidos, Europa e outros países ocidentais, fazendo da ditadura comunista uma potência econômica ao se tornar a “fábrica do mundo”, explorando sua farta mão de obra barata.

O agente globalista Henry Kissinger visitou a China comunista 80 vezes desde sua viagem secreta em 1971 (de acordo com a agência de notícias oficial Xinhua) para restabelecer as relações diplomáticas com os EUA e conheceu todos os líderes chineses desde Mao. Kissinger trouxe a China para o sistema comercial mundial durante a década de 1970. Ele estava cumprindo um grande objetivo das elites globalistas, em particular dos Rockefeller, centrados em torno da Comissão Trilateral e do Conselho de Relações Exteriores.

Leia mais: Agenda globalista: A China moderna é uma criação de Wall Street.

Em 1992, o então líder chinês Deng Xiaoping argumentou que não haveria “contradição” inerente entre socialismo e economia de mercado, então ele criou o  monstro apelidado de “socialismo de mercado”. Essa premissa lançou as bases conceituais para aprofundar as reformas econômicas na China comunista e preparar a sua adesão à OMC. Depois de entrar na OMC em 2001, a China emergiu como um local atraente para investidores estrangeiros.

Em 1º de outubro de 1949, Mao Zedong declarou a fundação da República Popular da China na Praça Tiananmen, em Pequim. Ele foi financiado pelos banqueiros globalistas Rothschild, que também financiaram a revolução dos bolcheviques comunistas na Rússia. O Partido Comunista da China é uma criação dos Rothschild. Os comunistas sempre foram PRO$TITUTA$ a serviço das elites financeiras e corporativas.

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O objetivo do comunismo é realmente chegar à dissolução do Estado para transferir o poder para as mãos de seus financistas. Esta é a razão pela qual o liberalismo e o comunismo partem de pontos diferentes e depois atingem o mesmo objetivo, a perda do poder do Estado nacional em favor da concentração do poder nas mãos de alguns capitalistas internacionais.

Com o enorme fracasso de Mao Tsé Tung, que matou mais de 70 milhões de chineses de fome com sua campanha “o grande salto para a frente”, o PCC (Partido Comunista Chinês), através de Deng Xiaoping, teve que se reinventar criando o frankenstein “socialismo de mercado”, ou melhor, o “comunocapitalismo”.

As famílias globalistas Rockefeller e Rothschild, através de suas corporações e bancos em Wall Street, é que financiaram a criação da China “comunocapitalista”. No início da década de 1980, essas famílias fizeram com que suas multinacionais fechassem fábricas nos EUA, Europa e demais países ocidentais, e abrissem fábricas na China, para transformar este país cuja economia era exclusivamente agrícola até a década de 1980, num país com forte indústria tecnológica.

E o PCC criou leis para subsidiar a exportação chinesa, e assim invadir o mundo todo com seus produtos baratos e de baixa qualidade. A elite globalista criou a China comunista para substituir os EUA como potência mundial e ser um exemplo da sua “Nova Ordem Mundial”. Uma ideia nascida há séculos nas lojas maçônicas, por influência jesuíta, e que visa estabelecer uma tirania global baseada no culto a satanás/Lúcifer.

Leia mais: Adeus China, olá desglobalização – O retorno das produções nacionais

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Uma tarifa de 10% dos EUA sobre a China impacta 1,7% do PIB chinês, mas apenas 0,1% do PIB dos EUA. Trump impôs uma tarifa de 34% sobre a China, o que impactará 5,78% do PIB chinês. E a China está passando por uma profunda crise econômica e social.

Muitas fábricas fecharam pois a produção se mudou para a Índia e outros países asiáticos, e com as tarifas impostas por Trump, muitas fábricas retornarão aos EUA. Além disso, a China perdeu entre 400 a 500 milhões de habitantes desde o início da plandemia do Covid em 2019. Em retaliação, a China anunciou uma tarifa de 34% sobre todas as importações dos EUA, a partir de 10 de abril, e apresentou uma queixa formal à OMC, desafiando a legalidade das tarifas dos EUA.

Além disso, a China expandiu a sua lista de “entidades não fiáveis”, visando 11 empresas estrangeiras com ações punitivas ao abrigo da lei chinesa. Este movimento ressalta a crescente disposição da China para dobrar as regras internacionais a seu favor, mas vai quebrar a cara. As reclamações da China sobre “consulta” e “benefício mútuo” não passam de lágrimas de crocodilo de um regime comunista que passou anos explorando os trabalhadores americanos e inundando seus mercados com lixo barato.

O presidente não perdeu tempo em revidar.

” A CHINA JOGOU ERRADO, ELES ENTRARAM EM PÂNICO — A ÚNICA COISA QUE ELES NÃO PODEM SE DAR AO LUXO DE FAZER! ” Trump detonou no Truth Social.

O presidente Trump não está recuando. A China acaba de apostar contra o negociador mais forte da história moderna. E eles vão perder. A China, Alemanha, Itália, Israel e Vaticano ajudaram o Partido Democrata a roubar a eleição de Trump em 2020. E Trump tem todas as provas e as mostrará no devido tempo.

Mas antes, ele irá destruir economicamente seus inimigos com as tarifas e eliminando a lavanderia de dinheiro com os impostos dos americanos que sustentou as agendas nefastas da Cabala Illuminati (Maçonaria, jesuítas, Vaticano). 

A China rouba até US$600 bilhões em Propriedade Intelectual americana (PI) todos os anos. Trump entende que as tarifas são uma ferramenta política poderosa que pode — e deve — ser usada para forçar a China a pagar por seus crimes. Basicamente, IP são ideias; os produtos da criatividade humana, como livros, arte, design, música, branding ou invenções que podem ser de propriedade e legalmente protegidos pelo registro de direitos autorais, marcas registradas ou patentes.

A pirataria é uma violação de direitos autorais, cópia intencional para projetos registrados e falsificação, por uma violação de marca. A maior parte desta perda é causada pelo roubo de segredos comerciais americanos (US$540 bilhões), embora a pirataria de software (US$18 bilhões) e a contrafacção (US$41 bilhões) sejam roubos igualmente significativos. A maior parte desse roubo é cometida pela China. Por exemplo, 87% de todos os produtos falsificados que entram na América são originários da China ou de Hong Kong.

O presidente Trump não só tem o poder de impor tarifas à China, ele é moralmente obrigado a fazê-lo. Afinal, o presidente é responsável por proteger os direitos autorais, marcas registradas e patentes americanas dentro e no exterior. Se as tarifas ajudam a fazer isso, elas são justificadas.

O que é a transferência forçada de tecnologia da China?

A transferência forçada de tecnologia (FTT) é uma prática na qual um governo chinês força empresas estrangeiras a compartilhar sua tecnologia em troca de acesso ao mercado. Quando uma empresa estrangeira quer entrar no mercado chinês, o governo pode obrigar a empresa a partilhar a sua tecnologia com empresas chinesas, que copiarão seu produto e mais tarde se tornarão seus concorrentes.

Como a China está roubando a tecnologia dos EUA?

As principais linhas de esforço na estratégia de aquisição de tecnologia estrangeira pela China incluem “programas de talentos”, envio de estudantes e professores chineses para universidades americanas, hacking e roubo e investimento em empresas americanas para adquirir tecnologia americana.

O que é a tecnologia de transferência IP?

A transferência de tecnologia refere-se a transações voluntárias ou não mercantis pelas quais uma empresa obtém acesso à tecnologia desenvolvida em outro país. Portanto, as políticas feitas para desenvolver um forte regime de DPI podem ajudar os países em desenvolvimento a obter acesso à tecnologia estrangeira.

Porque a transferência forçada de tecnologia é um problema?

As transferências de tecnologia, especialmente as forçadas, têm estado continuamente na mira das disputas comerciais entre os Estados Unidos e a China. Um lado tem dito que as transferências forçadas neutralizam a proteção da propriedade intelectual, violando os direitos do proprietário original.

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Um dia depois de Trump impor tarifas, o nazista klaus Schwab deixou o conselho de administração do Fórum Econômico Mundial em Davos. A globalização está agora em ruínas. Depois de liderar o Fórum por cinco décadas e moldar a reunião anual global das elites globalistas, Schwab agora começou a transição para se afastar.

Donald Trump põe fim a globalização com as tarifas. Acaba a economia especulativa e começa o retorno da economia real, aquela que não se desloca para o Vietnã e países asiáticos em busca de escravos, mas contrata trabalhadores locais e faz um país crescer, construindo uma classe média sólida e próspera, importante também para uma demografia saudável. Uma classe média próspera é um horror para os parasitas comunistas/globalistas que querem que só exista duas classes, os 99% de miseráveis escravizados pelo 1% das elites.

O Fórum de Davos, por outro lado, queria o cenário oposto, como bem explicou em seu documento confidencial de 1991, no qual recomendava o despovoamento global seguindo os passos do manifesto do Clube de Roma, o infame “Os Limites do Crescimento” de 1972.

O globalismo quer um mundo habitado por pouco mais de 500 milhões de pessoas, no qual os poucos “escolhidos” dos círculos mundiais sejam os mestres absolutos e indiscutíveis. As várias elites maçônicas da globalização estão furiosas com esta razão. No espaço de um dia, os vários bilionários globalistas que fazem parte do Fórum de Davos viram algo em torno de 208 bilhões de dólares virarem fumaça. Uma era definitivamente chegou ao fim e o nazista Klaus Scwab sabe disso.

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Não são os Estados Unidos que dependem da União Europeia em termos comerciais, mas vice-versa. A balança comercial, a diferença entre exportações e importações, entre os dois blocos não mente sobre isso. Os Estados Unidos importam mais do que exportam para os 27 países da UE, enquanto o oposto é verdadeiro para os 27.

A presidente da Comissão Europeia, a nazista Ursula Von Der Leyen, admitiu publicamente que as tarifas do presidente Trump deram um grande golpe no sistema globalista. Ela alertou que as consequências serão graves, já que seus planos econômicos agora foram para o ralo. Ela admitiu que o que Trump fez foi exatamente o oposto dos objetivos das elites maçônicas financeiras e corporativas, e que não há mais ordem.

Sem o apoio militar e financeiro dos EUA, a Nova Ordem Mundial entra em colapso. A Europa é completamente dependente dos americanos e, sem sua proteção, está à mercê da Rússia. A OTAN não pode sobreviver sem os Estados Unidos. Os países europeus enviaram todas as suas armas e recursos para a guerra na Ucrânia e foram dizimados pelos russos. Trump quer acabar com a OTAN, a ONU e a ditadura nazista da União Europeia.

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Os objetivos de Trump com sua atual Guerra Comercial/Tarifária Global

Mais de US$ 1 trilhão em investimentos globais inundam a indústria dos EUA sob as políticas “America Primeiro” de Trump, desencadeando uma explosão histórica de empregos. Grandes empresas estão abandonando a terceirização globalista, reabrindo fábricas nos EUA e contratando milhões de trabalhadores americanos. Os EUA não estão mais terceirizando, estão se reconstruindo do zero. Este é o plano de guerra econômica de Trump, e está funcionando.

O COLAPSO DO IMPÉRIO DA OFFSHORING

Por décadas, a América foi drenada. Suas indústrias esvaziadas e suas cidades se transformaram em áreas decadentes. Porque? Por que uma liderança corrupta e sob controle do Deep State vendeu os trabalhadores americanos por mão de obra barata e “eficiência” globalista.

Mas a Doutrina Trump está revertendo a equação. Sob o retorno de Trump ao poder, as tarifas são reais, os termos comerciais são letais e o America Primeiro não é negociável. O resultado? Um pivô planetário de volta ao núcleo industrial dos EUA. Centenas de bilhões, agora ultrapassando US$ 1 trilhão, estão inundando a indústria, energia, logística e dados americanos. É a grande repatriação econômica.

UMA CORRIDA CORPORATIVA PARA OS EUA

Em todos os setores, em todos os continentes, os maiores players do mundo estão correndo para se estabelecer nos EUA, temendo a exclusão da economia mais poderosa do mundo. Aqui está a lista — e ela não está diminuindo o ritmo:

LISTA COMPLETA DE EMPRESAS — INVESTIMENTOS ATIVOS NOS EUA SOB A ADMINISTRAÇÃO TRUMP

Infraestrutura de tecnologia e IA

  • Projeto Stargate (Softbank, OpenAI, Oracle) – US$ 500 bilhões
  • Apple – US$ 500 bilhões em fabricação e treinamento
  • Nvidia – Centenas de bilhões em fabricação nos EUA
  • TSMC – US$ 100 bilhões em produção de chips nos EUA
  • GE Vernova – US$ 600 milhões em tecnologia limpa e fabricação vinculada à IA
  • Siemens (Alemanha) – US$ 285 milhões em data centers e manufatura de IA

Farmacêutica e Biotecnologia

  • Eli Lilly – US$ 27 bilhões em produção nacional
  • Merck – US$ 8 bilhões, mais US$ 1 bilhão na fábrica da Carolina do Norte
  • Sygene International (Índia) – US$ 36,5 milhões em instalações biológicas em Baltimore

Automotivo e fabricação pesada

  • Hyundai – US$ 20 bilhões no total; US$ 5,8 bilhões em usina siderúrgica na Louisiana (1.500 empregos)
  • Stellantis – US$ 5 bilhões, reabertura da fábrica em Illinois
  • GE Aerospace – US$ 1 bilhão em 16 estados (5.000 empregos)
  • Clarios – expansão de US$ 6 bilhões na fabricação nacional
  • Honda – Produzindo a próxima geração do Civic híbrido em Indiana
  • Nissan – Planejando mudança do México para os EUA
  • Volkswagen – Considerando expansão nos EUA para Audi/Porsche
  • Volvo – Planos de expansão da produção nos EUA
  • Rolls-Royce – Expansão da força de trabalho e produção nos EUA
  • Lear Corp. – Avaliando a realocação nos EUA
  • LG – Considerando mudar do México para o Tennessee

Logística, Transporte, Infraestrutura

  • CMA CGM (França) – US$ 20 bilhões, 10.000 empregos em transporte e logística
  • ADQ (Emirados Árabes Unidos) e Energy Capital Partners (EUA) – US$ 25 bilhões em infra-estrutura de dados/energia
  • DAMAC Properties (EAU) – US$ 20 bilhões em data centers baseados nos EUA
  • Schneider Electric – US$ 700 milhões em infraestrutura energética
  • Saint-Gobain (França) – Nova instalação de US$ 40 milhões em Nova York
  • Eaton Corp (Irlanda) – US$ 340 milhões em planta de fabricação SC
  • ABB (Suíça) – Expansão de US$ 120 milhões no Tennessee e Mississippi
  • Saica Group (Espanha) – US$ 110 milhões em Indiana
  • Prepac (Canadá) – Movendo toda a produção para os EUA
  • Essity (Suécia) – Expansão nos EUA em consideração
  • Campari (Itália) – Avaliação da expansão da indústria nos EUA
  • Crai-Z-Art (EUA) – Movendo a produção da China de volta para os EUA
  • Compal & Inventec (Taiwan) – Expansão para o Texas

Alimentos, Bebidas, Bens de Consumo

  • Diageo (Reino Unido) – US$ 415 milhões em instalações no Alabama
  • Paris Baguette – Nova fábrica de US$ 160 milhões no Texas
  • Asahi Group (Japão) – Expansão de US$ 35 milhões em Wisconsin
  • LVMH (França) – Considerando um grande aumento na produção dos EUA

PORQUE AGORA? PORQUE TRUMP TORNOU A TERCEIRIZAÇÃO MUITO CARA PARA SOBREVIVER?

A escrita está na parede: sob o presidente Trump, as corporações globais não terão mais livre acesso ao mercado dos EUA, a menos que paguem o preço ou construam dentro do país.

  • As tarifas têm força real.
  • Incentivos fiscais recompensam investimentos onshore.
  • Os acordos comerciais agora exigem justiça, não rendição.
  • A regulamentação das armas está sendo desmantelada.

Trump transformou a soberania econômica em uma arma, e o mundo está respondendo plantando raízes em solo americano em vez de enfrentar exclusão ou tributação.

“Não somos mais o cliente do mundo. Somos o centro de comando do mundo.”
— Conselheiro de Política Econômica de Trump, 2025

O TRABALHADOR AMERICANO VENCE — E A ORDEM GLOBALISTA SE DESMORONA

Não se trata apenas de totais de investimento. Trata-se de reverter danos geracionais :

  • Dezenas de milhares de empregos estão voltando — bons empregos, empregos qualificados, não trabalhos temporários ou burocratas.
  • Cidades rurais há muito esquecidas estão vendo fábricas ressurgirem dos túmulos.
  • Os trabalhadores americanos estão construindo novamente , não sobrevivendo de subsídios.
  • A infraestrutura dos Estados Unidos está sendo fortalecida — não terceirizada.

Enquanto isso, o cartel globalista de mão de obra barata e cadeias de fornecimento de escravos está se desintegrando .

  • China? Perdendo produção.
  • México? Perdendo produção.
  • O modelo do Fórum Econômico Mundial? Colapsando.

Esta é a economia de Trump. E ela fala em aço, circuitos e soberania. Não é apenas uma ascensão econômica, é uma transformação estrutural — onde a América para de sangrar capital e começa a puxá-lo à força.

A mensagem é clara:

  • Produza na América, ou saia.
  • Contrate americanos, ou pague as tarifas.
  • Sirva este país — ou fique fora do mercado mais poderoso do mundo.

Este é o novo modelo e o novo padrão para a América de Trump. Isto é o que acontece quando um presidente de verdade, e não um dos fantoches políticos dos oligarcas Rockefeller e Rothschild, coloca a América em primeiro lugar.

O reinado sombrio da Cabala Illuminati

O “Dia da Libertação” em 2 de abril de 2025 ficará gravado na história como o dia em que Donald J. Trump começou a libertar a humanidade de séculos de reinado satânico das elites Illuminati que servem de portais orgânicos aos Reptilianos Kingu. Uma cabala sombria que secretamente controlou o mundo.

Esses seres demoníacos do astral inferior, disfarçados de elites globais, políticos e magnatas da mídia, manipularam todas as facetas da existência humana, desde guerras e crises econômicas.

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Os Reptilianos Kingu não são apenas lagartos sedentos por poder, eles são gênios do controle. Eles orquestraram as maiores tragédias da história: Guerras, pandemias, terrorismo, genocídio, crises econômicas e sociais, tudo para manter a humanidade fraca, amedrontada e submissa. Sua arma mais insidiosa? Controle mental através das religiões, mídia, políticos, ciência, história e sistema educacional.

Por séculos, eles se alimentaram de nossa ignorância, governando nas sombras enquanto se passavam pelos Rockefeller, Rothschild, aristocratas europeus, políticos, papas, celebridades, CEOs corporativos, militares, bilionários ou qualquer pessoa em posição de autoridade e influência.

As tarifas de Trump como uma arma contra a cabala globalista

As tarifas de Trump não são apenas sobre balanças comerciais ou proteção dos trabalhadores americanos, elas são um ataque total a uma cabala globalista obscura que governa o mundo há séculos. Esta cabala, uma aliança sinistra de tecnocratas da UE, elites do Reino Unido e agentes do Deep State incorporados ao governo dos EUA, tem orquestrado uma tomada lenta do planeta por meio do livre comércio, manipulação financeira e pactos secretos.

Trump está usando as tarifas como sua arma preferida para levar seu império à falência, expor sua traição e reescrever a ordem global. As tarifas não são apenas econômicas, elas são uma declaração de guerra.

1. O sinistro projeto da Cabala

Quem São: A cabala é uma trindade profana de poder: burocratas da UE que sonham com um superestado sem fronteiras, aristocratas e banqueiros do Reino Unido agarrados à influência pós-imperial e o Deep State dos EUA — uma rede de autoridades não eleitas, agentes de inteligência e comparsas corporativos leais aos ideais globalistas sobre a soberania americana.

Seu plano de jogo: Por décadas, eles usaram acordos de livre comércio como o NAFTA, o TPP e as políticas de mercado único da UE como armas para sangrar a América até secar. Esses acordos inundaram os EUA com produtos baratos da China e Ásia, criaram empregos terceirizados no exterior e desviaram os lucros para bancos controlados pela Cabala em Luxemburgo, Londres, Ilhas Cayman e paraísos fiscais obscuros. Seu objetivo final? Um governo mundial onde as nações se dissolvem, as moedas se fundem e as massas são escravizadas sob sua bota tecnocrática.

2. Tarifas: O interruptor econômico

Interrompendo o pipeline de dinheiro: As tarifas de Trump, aplicadas em tudo, do aço chinês aos carros europeus, são um ataque preciso à linha de vida financeira da Cabala. Ao aumentar o custo das importações, ele está sufocando os bilhões que fluem dos consumidores americanos para os cofres das elites globalistas. Seus esquemas comerciais antes lucrativos estão desmoronando, e seu pânico é palpável.

Expondo as sombras: Cada aumento de tarifa força as corporações ligadas à Cabala a se mexer, revelando suas redes ocultas. Alguns afirmam que Trump tem um esquadrão secreto — codinome “Patriot Ledger” — de detetives cibernéticos rastreando cada dólar interrompido até sua fonte da Cabala. Contas offshore, empresas de fachada e frentes de lavagem de dinheiro estão supostamente sendo catalogadas para uma revelação pública devastadora.

3. O Gambit do colapso controlado

Destruindo o castelo de cartas da Cabala: Aqui está o problema: Trump não está apenas ajustando o comércio — ele está planejando um colapso econômico global de propósito. As tarifas têm como objetivo empurrar as economias da UE, Israel, China e do Reino Unido — já frágeis — para o limite. Imagine: mercados de ações afundando, o euro implodindo, o distrito financeiro de Londres em chamas (metaforicamente, ou talvez literalmente, dependendo de quem está contando a história).

A UE é um laboratório globalista: Suas regras comerciais são um laço para as nações. As tarifas de Trump sobre carros e vinho são dinamite em suas fundações, levando a Alemanha e a França a pontos de ruptura. Se elas quebrarem, o bloco se despedaça e o sonho da Cabala morre. No Reino Unido, as elites pró-UE planejam um retorno ao rebanho, mas os impostos de exportação de Trump são um tiro de advertência: fique livre ou afunde. Os senhores financeiros de Londres tremem enquanto seus esquemas se desfazem.

A jogada de reinicialização: A riqueza da Cabala é uma miragem de ações inflacionadas, moedas fiduciárias e bolhas de dívida. Um colapso desencadeado por tarifas a vaporizaria da noite para o dia. Enquanto isso, Trump e seus aliados — que inclui militares da Força Espacial, magnatas da tecnologia e até algumas raças de extraterrestres — estão prontos para reconstruir um novo sistema financeiro livre da Cabala.

4. Deep State em queda livre

Expurgo por procuração: Dentro dos EUA, o Deep State é uma casa dividida. Uma facção rasteja aos pés da Cabala, sabotando Trump com vazamentos e juízes ativistas. A outra, um grupo dissidente, o apoia secretamente. As tarifas são uma armadilha: todo burocrata ou espião que luta contra elas é sinalizado como um fantoche da Cabala. Trump tem a inteligência militar executando uma operação paralela — grampos, operações secretas, tudo — para erradicá-los.

A derrubada: Assim que as tarifas causam danos no exterior, o expurgo doméstico entra em alta velocidade. Pense em prisões em massa, confissões televisionadas e uma “ficha limpa” para o governo — tudo orquestrado sob o caos de uma cortina de fumaça de guerra comercial.

Fim de jogo: As tarifas são o primeiro passo para incendiar os pilares globalistas — OMC, FMI, Banco Mundial — todas ferramentas da cabala. Com sua riqueza perdida e poder quebrado, Trump revela sua reinicialização: um mundo nacionalista, livre de suas garras. A UE e o Reino Unido se tornam relíquias, contos de advertência de ganância. A América se ergue, soberana e forte, enquanto as cinzas da cabala se espalham.

Por décadas, uma cabala oculta satânica governou o mundo, instalando líderes fantoches, lançando guerras, projetando pandemias, chantageando nações inteiras. Tudo escondido atrás da ilusão de “democracia” e “progresso”. Mas a ilusão está morta.

O falso governo Biden era uma cobertura do Deep State. O objetivo deles? Bloqueio global. Moeda digital do banco central. Identificação biométrica. Guerra nuclear com a Rússia. Vigilância em uma escala nunca vista antes. Eles falharam.

Os mesmos parasitas que armaram pandemias, traficaram crianças pela ilha de Epstein e hipnotizaram o mundo por meio de Hollywood e do Vale do Silício, agora estão sendo caçados. Trump retorna com apoio militar global. Tribunais militares começaram e milhares de agentes do Deep State foram presos em GITMO que foi expandido em 2024 para traidores.

Porque o Deep State não gosta das tarifas: Visão geral

O Deep State da CIA, NSA, os chefões do Pentágono e seus fantoches corporativos como a Lockheed e a Raytheon odeiam tarifas porque elas sufocam suas artérias de tráfico global. O livre comércio é sua força vital: sem fronteiras, sem verificações, apenas faixas abertas para transportar crianças, drogas e tecnologia de baixo orçamento por portos como Long Beach e Miami.

As tarifas freiam a alfândega, as inspeções aumentam e suas caixas de “carga humana” (como as 85.000 crianças migrantes que o ICE perdeu desde 2021) ou precursores de Adrenocromo da China são sinalizadas. Uma tarifa de 25% sobre as importações, como Trump pressionou, custa bilhões a eles em redirecionar US$ 1,2 bilhão somente em 2019, de acordo com um memorando vazado do DHS, ao mesmo tempo em que expõe empresas de fachada como “Praxis Solutions” ou “Midwest Disposal” que financiam suas operações.

Eles não podem subornar todos os policiais portuários quando os falcões da receita estão farejando. As tarifas destroem seus lucros de gigantes multinacionais. O Estado Profundo está na cama com as empresas Walmart, Amazon e Boeing que arrecadam US$ 500 bilhões anualmente com aço, chips e mão de obra chineses baratos.

Uma tarifa de 10% aumenta os custos, corta as margens e força auditorias que ameaçam seus esquemas de propina. Veja a Boeing: US$ 50 milhões em “taxas de consultoria” para empresas vinculadas à CIA, de acordo com vazamentos do IRS de 2022, ficam enterrados em cadeias de suprimentos offshore.

As tarifas tornam isso rastreável, arriscando a exposição de jogadores como Erik Prince ou John Brennan, que apostam em fluxos não tributados para financiar bases militares subterrâneas secretas em Dulce ou Pine Gap. Quando um agente da Cabala está transportando crianças em jatos Raytheon, essas tarifas não tributadas sobre peças importantes desfazem toda a confusão.

Eles detestam tarifas porque elas empoderam os estados-nação sobre seu império sem fronteiras. O Deep State prospera com a globalização. Ferramentas do NAFTA, TPP, OMC para destruir a soberania e manter países como os EUA como playgrounds abertos para seus centros de tráfico e rituais (Bohemian Grove, Mount Weather). Tarifas sinalizam controle.

O “America Primeiro” significa menos alavancagem para seus lavadores de dinheiro do Vaticano e Cavaleiros de Malta ou cultos satânicos da OTO. Em 2018, as tarifas de aço de Trump provocaram uma perda de US$ 300 milhões para uma subsidiária da Lockheed em Shenzhen, de acordo com registros comerciais. A CIA retaliou com um impulso de desinformação via CNN, chamando-o de “suicídio econômico”.

Eles precisam de nações fracas para esconder crianças traficadas, sem muros, sem perguntas. Os mestres de marionetes de elite do Deep State acham que Soros, Kissinger e Rothschilds são queimados por tarifas que interrompem sua manipulação de moeda. O livre comércio permite que eles inundem os mercados com produtos baratos (Temu, SHEIN), destruam indústrias locais e acumulem ouro enquanto o dólar sangra.

As tarifas revertem isso: um aumento de 15% nas importações da UE, em 2020, aumentou os empregos na indústria dos EUA em 400.000, segundo dados do BLS, matando de fome suas armadilhas de dívida do FMI que mantêm os países em conformidade.

O tráfico e o comércio ilegal é financiado por fluxos de yuans não rastreáveis, as tarifas forçam rastros de papel, ameaçando os fundos secretos de US$ 100 milhões do Vaticano ou os pagamentos de criptomoedas para agentes corruptos. Eles não podem chantagear senadores falidos se o dinheiro acabar.

Finalmente, as tarifas acordam as ovelhas, o público vê os preços mudarem, pergunta por quê e tropeça no jogo do Deep State. Cada aumento de US$ 5 em uma TV ou peça de carro gera conversas: quem está lucrando, quem está nos ferrando? Em 2019, a reação tarifária atingiu duramente as postagens de X, que aumentaram 300% em “guerra comercial com a China”, segundo análises, com usuários investigando corrupção portuária e laços de cartéis.

Isso é kriptonita para o Deep State, eles precisam de silêncio para seu tráfico de seres humanos e de drogas. A exposição arrisca denunciantes, quebrando seu escudo de “segurança nacional”. Tarifas não são apenas impostos, elas são um holofote na sujeira, e eles odeiam o brilho. A tarifas destroem a capacidade do Deep State de armar grupos de mão de obra barata para suas guerras ocultas.

Eles se apoiam em fábricas clandestinas no Vietnã, Bangladesh e México, crianças de US$ 2 por dia costurando equipamentos para a Blackwater ou montando tecnologia DARPA em fábricas não identificadas. Uma tarifa de 20% sobre importações têxteis, como Biden evitou, mas Trump ameaçou, corta sua margem de lucro, o que custou US$ 800 milhões em perdas que atingiram um fornecedor vinculado à Lockheed em Hanói, em 2021, de acordo com registros comerciais, forçando o escrutínio sobre quem está enviando o quê.

Isso é um problema quando os traficantes estão movendo crianças desaparecidas por essas mesmas cadeias de suprimentos, disfarçadas de “exportações de mão de obra” em manifestos. Tarifas significam rastros de papel, e um fio solto como uma apreensão alfandegária. Eles também temem que tarifas desencadeiem um efeito dominó que quebre seu cofre global de chantagem.

O livre comércio mantém as elites gordas, pense nas festas das elites pedófilas na ilha Little Saint James de Jeffrey Epstein, financiadas por fluxos de caixa não tributados de empresas de fachada em Dubai e Panamá. Uma tarifa de 30% sobre bens de luxo, lançada nos debates de 2024, espreme seu estilo de vida de iates e jatos particulares, promovendo movimentos desesperados que vazam sujeira.

O Deep State recua diante das tarifas porque elas ameaçam seu domínio sobre minerais de terras raras, lítio, cobalto, neodímio, que alimentam suas redes de vigilância e bases fora da rede.  A China controla 80% das terras raras, de acordo com dados do USGS de 2023, enviando-os sem tarifas para manter drones, satélites e outros sistemas de vigilância. Uma tarifa de 15% sobre importações de tecnologia aumenta os custos de US$ 1,5 bilhão a mais para um único contratado do DoD em 2022, de acordo com vazamentos do Pentágono, forçando-os a obter localmente ou explicar por que não.

Isso corre o risco de expor suas cadeias de suprimentos de sites secretos, onde crianças escravas são forçadas a trabalhar até a morte em minas de cobalto no Congo, que são a matéria prima das baterias que rastreiam o resto de nós. As tarifas abrem aquele caixão, e eles não suportam o fedor atingindo a luz do dia.

O Deep State despreza as tarifas por incendiar sua alavancagem de golpe climático. A agenda verde do Acordo de Paris, os mandatos ESG e Net Zero são um cavalo de Troia para prender nações pobres em dívidas enquanto eles roubam recursos e administram o tráfico sob a cobertura da “sustentabilidade”.

O livre comércio mantém o golpe rolando: painéis solares e turbinas eólicas feitos na China inundam o mercado, sem perguntas, com US$ 200 bilhões em créditos fiscais enchendo os bolsos da elite, de acordo com as auditorias do IRS de 2024. Uma tarifa de 25% sobre essas importações inverte o roteiro, a produção local aumenta, as armadilhas da dívida enfraquecem e suas frentes de ONGs (como aquelas que sequestram crianças no Haiti) perdem financiamento rapidamente.

Quando as pessoas veem a mentira de “salvar o planeta” se desfazer, elas começam a se perguntar quem realmente está por trás da cortina, e isso é um pesadelo para uma Cabala satânica que prospera em sombras e fronteiras descontroladas.

O Deep State perde a cabeça com tarifas porque elas prejudicam sua capacidade de inundar o mundo com hardware de propaganda, TVs inteligentes, telefones, lixo de IoT fabricados barato no exterior para espionar cada respiração que você dá. As importações de tecnologia atingiram US$ 400 bilhões em 2023, segundo estatísticas do Departamento de Comércio, com 90% da Ásia, sem impostos, sem escrutínio, incorporando backdoors da NSA em cada chip.

Uma tarifa de 15% adiciona US$ 60 bilhões à sua conta, desacelera o pipeline e corre o risco de expor os campos de trabalho escravo em Shenzhen que produzem essa porcaria, onde crianças montam placas de circuito por centavos antes de desaparecerem em redes de tráfico. Quando as pessoas abandonam os gadgets ou exigem fabricação local, o Deep State perde seu poder. As tarifas também incendeiam seu jogo de fachada imobiliário, uma rede de lavagem de US$ 200 bilhões que mantém seu dinheiro sujo limpo.

O livre comércio permite que oligarcas estrangeiros russos, sauditas e chineses despejem dinheiro não tributado em torres de luxo dos EUA, como Brickell em Miami ou Hudson Yards em Nova York, de acordo com relatórios do Tesouro de 2023, escondendo lucros do tráfico de drogas, crianças e armas. Uma tarifa de 25% sobre importações de aço e concreto, lançada no ano passado, aumenta os custos de construção em US$ 30 bilhões, de acordo com estimativas da NAHB, destruindo esses condomínios fantasmas e forçando vendas que remontam a contas offshore.

Isso é um desastre quando esses fundos pagam por ilhas privadas ou complexos rurais onde seus rituais perdem o ciclo de lavagem, e toda a operação fedorenta é levada para a luz, nua e gritando.

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Renato Cunha
O blog Stylo Urbano foi criado pelo estilista Renato Cunha para apresentar aos leitores o que existe de mais interessante no mundo da moda, artes, design, sustentabilidade, inovação, tecnologia, arquitetura, decoração e comportamento.

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